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Sunday, November 4, 2012

Quem é sua mãe?


Fizemos uma adaptação de um poema em espanhol, de autor desconhecido, que retrata de forma muito simpática uma mãe de verdade.
 
- Mãe é aquela senhora que guarda o lenço que enxugou o meu nariz escorrendo,  mais um pacote de lenços, uma chupeta e uma fralda de emergência, tudo na bolsa.

- Mãe é aquela tão rápida como um foguete que em  casa é bombardeado  de  todos os lugares, ao mesmo tempo.

-Mãe é a malabarista que veste o casaco com uma das mãos, enquanto abre a porta para o gato com a outra, segurando o conteúdo da caixa de correio com o  queixo, e afastando o lixo com o pé.

-Mãe é o mago que pode limpar as lágrimas com um beijo.

-Supermãe é aquela capaz de aguentar em  só braço os meus 15 quilos, enquanto com o outro puxa o carrinho cheio de compras.

-Mãe é a verdadeira campeã de atletismo, capaz de chegar em fração de segundos de 0 a 100 km/h, para evitar que eu desabe pelas escadas abaixo.

-Mãe é a heroína que espanta sempre meus pesadelos com uma carícia.

-Mãe é aquela mulher com o cabelo de duas cores, que ainda encontra tempo para ir ao salão fazer luzes. 

-Mãe é a que, além de ler e contar histórias, ainda inventa outras,  apenas para me divertir.

-Mãe é a chef capaz de me fazer uma bela refeição, com dois  punhados de restos deixados na geladeira, embora fique sem jantar.

-Mãe é a médica que sabe, bastando olhar para mim se eu tiver uma febre, como  e o que fazer.

-Mãe é a economista que renova a  a roupa antiga, tornando-a nova, para que eu me apresente muito bem.
 
-Mãe é a cantora que canta a mais doce canção noturna, enquanto me segura em seus braços.

-Mãe é aquela palhaça amadora, que me faz rir apenas movendo o rosto.

-Mãe é a sonâmbula que  consegue acordar às 4 da manhã, para ver se eu fiz xixi, mudar a minha fralda, me dar xarope, mais um pouco de água, colocar a chupeta, completamente no escuro e sem acordar.

Você entende isso? É a única, a mais bonita, o sorriso... Você

Saturday, September 8, 2012

Louvor a Maria


Coloquei este poema hoje em homenagem ao dia da natividade de Nossa senhora e também para meu filho que comemora seu aniversário neste dia lindo.
Oh doce e casta Maria
Toda carinho e ternura
Silenciosa, radiante
Solicita sempre pura

Acolheste no teu seio
Com humildade o Senhor
E fizeste com este gesto
A humanidade do Amor

E anônima, obediente
Guardaste no coração
O teu Jesus pequenino
Com tanto amor e emoção

E os homens passaram a ter
Um Deus Pai e um Deus irmão
Acolhidos com carinho
Dentro de um só coração

Ó Maria mãe maior
De todos os homens guia
Quero sempre te amar
Todo o tempo, noite e dia
Recife, j unho de 1987

Queridas e queridos leitores,
Esta linda oração é um dos muitos poemas escritos por Joana D’arc  de Alencar Benevides   durante  seus longos anos dedicados  à sua amada família. Nasceu em 1922, casou-se em  1940, teve 12 filhos dos quais sete ainda se alegram com sua doce presença.  O carinho pelos demais e por seu   querido esposo, ela guarda   no coração   como ela mesma diz:  “As lembranças e a saudade fazem parte de  minha vida.”
Dona Joana continua  morando  no Recife, para onde se mudou muito nova, e   onde conta com a frequente visita de  sua filha “carioca”  Maria Lúcia, minha grande e preciosa amiga.
                                                                                                                               Agnes G. Milley

Saturday, June 9, 2012

“O tempo e a conta” – para pensar em família

Colaboração de Agnes Gabriella Milley

 Frei Antônio das Chagas  ( 1631 – 1682 )
( atribuído também a Laurindo Rabelo  (1816  _  1864 )    

Deus pede-me hoje estrita conta de meu tempo,
É forçoso do tempo já dar conta;
Mas como  dar, sem tempo, tanta  conta,
Eu que gastei, sem conta, tanto tempo?


Para ter minha conta feita a tempo,
Dado me foi bom tempo, e não fiz conta,
Não quis, sobrando tempo, fazer conta,
Quero hoje fazer conta, e falta tempo.


Ó vós, que tendes tempo, sem ter conta,
Não gasteis esse tempo em passatempo,
Cuidai, enquanto é tempo, em fazer conta.


Pois, aqueles que, sem conta, gastam tempo,
Quando o tempo chegar de prestar conta,
Chorarão, como eu, o não ter tempo.
                                             
 Pergunto eu:   Como tenho eu,  feito a conta de “meu” tempo?

Tuesday, August 4, 2009

Dia dos pais - Homenagens

Ao pai que já se foi
Artista = Paulo André - Pai herói
Pai, meu herói, já faz tanto tempo
No meu pensamento lembro a sua voz
Pai, deixas-te escrito a sua história
Ficou gravado na memória de todos nós
Andei, me transportei
Foi na estrada da lembrança
Parei e vivi quando criança
Amado e protegido por você
Corri pra ver o teu retrato
Na moldura da parede chorando
Repeti por várias vezes:
"Pai, que saudade de você..."
Pai, foste um soldado, um guerreiro
Um herói, um lutador
Lutaste pela vida e contra a dor
Mas não deu, dependeu de Deus
Ele te levou
Pai, sou teu fruto, sou lembrança
Faço parte, sou herança
Que um dia você deixou
E aqui vou seguindo e vou cantando
Eu sou um eterno cantador

Tuesday, July 21, 2009

Filhos – fonte de inspiração

Muitos poetas e escritores falam sobre filhos. Alguns, mais inspirados dizem coisas muito acertadas. Encontrei uma frase do Bill Gates bem interessante que nos leva a pensar sobre as necessidades reais dos filhos:
“Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história.” - Bill Gates (este é um pai participativo)

E como hoje estou preocupada com a juventude tão “largada”, sem vontade de lutar, sem grandes ideais, coloco uma mensagem que gostei e que define bem o comportamento que precisamos ter neste momento:

Mensagem à família - diz Eugénia Puebla no seu livro "Educar com o cora
ção":

Na educação de nossos filhos
Todo exagero é negativo.
Responda-lhe, não o instrua.
Proteja-o, não o cubra.
Ajude-o, não o substitua.
Abrigue-o, não o esconda.
Ame-o, não o idolatre.
Acompanhe-o, não o leve.
Mostre-lhe o perigo, não o atemorize.
Inclua-o, não o isole.
Alimente suas esperanças, não as descarte.
Não exija que seja o melhor, peça-lhe para ser bom e dê exemplo.
Não o mime em demasia, rodeie-o de amor.
Não o mande estudar, prepare-lhe um clima de estudo.
Não fabrique um castelo para ele, vivam todos com naturalidade.
Não lhe ensine a ser, seja você como quer que ele seja.
Não lhe dedique a vida, vivam todos.
Lembre-se de que seu filho não o escuta, ele o olha.
E, finalmente, quando a gaiola do canário se quebrar, não compre outra...
Ensina-lhe a viver sem portas.