(http://ascoisasqueeuadoro.blogspot.com/ ) me deu!
amei!
asil é um tema extremamente preocupante, visto dentro de um contexto de profundas desproporções de renda no país.
och conta a história de Bebeto, um garoto problemático, carente . A história é de grande valor pedagógico.



outras ilhas enfeitando a baía de Guanabara. E logo ao chegar a ilha vemos bicicletas de aluguel, charretes e vários outros atrativos. Sem esquecer de que lá tem a parte cultural muito importante: A colonização da Ilha de Paquetá é tão antiga quanto à da Cidade do Rio de Janeiro e o fato de ser uma ilha com seu isolamento geográfico, aliado à legislação de preservação, contribuíram para que boa parte de seu acervo arquitetônico fosse preservado.
e se sinta abraçado, acarinhado mesmo não sendo concretamente. E mails, cartas, cartões, lembrancinhas, etc. Temos que aprender a usar todos os recursos “internauticos” possíveis - ORKUT, TWITTER, MSN,SKIPE, e tudo o mais onde este filho estiver presente de forma virtual.
istes de jovens dirigindo, bêbados, saindo de boates, provocando acidentes e muitas vezes a família desconhece o que faz este filho, muitas vezes até pensa que seu filho(a) não bebe, não fuma, não freqüenta certos lugares. Por onde eles e elas andam? Esta é uma preocupação de nós pais, ultimamente?
A princípio o filho não pensa em sair mentindo para os pais. Isso acaba sendo conseqüência de problemas existentes, como falta de diálogo, más companhias, constantes demonstrações de falta de confiança neles, etc.
s penso que se colocássemos nossos filhos numa redoma, até esta onda de violência que assola o país, passar, seria uma boa, mas seria uma boa pra mim, não faria bem a eles. Temos este agravante: além de nos preocuparmos com a qualidade de educação e formação que damos aos nossos filhos, o problema das cidades grandes e violentas. Ver nossos filhos ir e voltar: é uma benção diária, muitos não os vêm voltar.
por Luis Fernando Vianna (um conto sobre uma mãe)
m de uma menina de 19 anos uma PhD geral.
sta ótima sugestão da minha amiga Aline Brodbeck
ção":
casada e tenho uma filha de criação de 16 anos. Queria saber de você o seguinte: É comum adolescente fazer xixi na cama? Será um problema ou existe a necessidade de visitar um especialista?
2 - J.M. diz: Olá doutora, meu filho tem quinze anos e eu morro de medo que ele engravide uma menina. Ele fica namorando e eu não sei se eles fazem sexo. A senhora acha que devo ensinar ele como usar camisinha?
emos achar normal uma magreza no adolescente que se acha gorda e não come quase nada? Ela tem 17 anos e esta bem magra. Quando pode ser anorexia?
4 - S. diz: Oi Dra, qual a idade de um adolescente fazer exercícios físicos? Um adolescente com 15 anos pode freqüentar academia diariamente? E quais aparelhos pode usar?
: Dra meu filho tem a maior dificuldade para levantar pela manhã , ele já tem 18 anos. O que devo fazer para que ele tenha mais responsabilidade com os horários. Quando era pequeno eu sempre fui pontual com ele na escola e em todos os lugares onde ele ia.
6 – S. B. L. diz: Tenho um aluno no nono ano, muito inteligente, mas sempre tira notas baixas, ficando sempre de recuperação em muitas matérias. A atitude em sala é de quem não quer estudar. É de boa família, e muito educadinho, não tem vícios, É muito querido pelos colegas. Gostaria de saber se ele se interessar por algum assunto, ele começaria a estudar. Não estou sabendo motivá-lo. Tem alguma sugestão?
pode ser feito de forma alegre e divertida num passeio ao mercado. Quase uma brincadeira. As crianças desde cedo têm curiosidade de ver cada mercadoria das prateleiras e aproveitando isso, podemos passar conceitos matemáticos de forma sutil que lhes ajudarão no futuro com as contas e expressões.

aquilo que acham importante.
hamos os mesmos valores, temos as mesmas aspirações e o objetivo de formar uma família saudável que contribua para a melhora da sociedade. Além disso, conhecemos bem a personalidade um do outro; talvez ainda não consigamos ver todos os pontos que possam gerar atrito, mas o fundamental é que sabemos que podemos ser totalmente francos entre nós. É comum falarmos sobre algum comportamento que não agradou ou algo do tipo e perceber no outro a abertura para ouvir, concordar, discordar e mudar de atitude se for o caso. De um modo geral, não há fórmula mágica para descobrir a pessoa certa: é preciso entender o que ela pensa sobre os principais temas da vida; conhecer sua família e seus amigos; compartilhar seus planos de futuro; saber o que o namoro e o casamento significam para ele; ter afinidade de personalidades e de gostos, que não é essencial mas ajuda bastante. E como conseguir tudo isso? Conversar, expor-se a dois a situações diversas – festas, eventos etc – , conversar mais, sair com outros casais, conversar de novo, participar da vida pessoal do outro, e, depois, conversar um pouquinho mais... No entanto, existe outro elemento: além de conhecer-se mutuamente, é necessário também arriscar, confiar que vai dar certo e estar disposto a colocar todos os meios para isso.
lia grande, pelos menos uns quatro filhos. Sabemos que são muitos os problemas que podem surgir, mas também que a alegria e a solidez de uma família numerosa vale a pena. Nossa meta é construir um lar luminoso e alegre, como dizia um amigo. Caso não tenhamos filhos acho que as nossas atividades voltadas para o apoio às famílias redobrariam, pois é um tema fascinante. Atualmente participamos de iniciativas sociais, temos vontade de organizar clubes familiares, alternativas para a diversão de jovens da nossa idade, e algumas outras idéias para desenvolver.
tar trabalhando fixo, um conhecimento profundo)
o uma amiga que diz que se precisamos fazer curso para ter habilitação de motorista, para formar uma família então deveria se exigir diploma de universidade, pois uma família desgovernada pode fazer muito mais estragos e ter conseqüências mais sérias que um carro na mesma situação. Ao contrário, uma família bem formada tende a fazer todos mais felizes e pode fazer muito bem para a sociedade. E eu concordo com ela – é necessário ter formação nesta área. Hoje em dia são muitos os estudos relacionados à família, e se temos a oportunidade de aproveitá-los aliando a teoria com a prática só temos a ganhar.
UE - Primeiro, que procurem ser sinceros; este é o primeiro passo para entrarem em sintonia um com o outro. Depois, que ao longo do namoro, procurem viver o que é próprio desta fase: se conhecer mutuamente e também a si próprios, para saber se podem ser felizes juntos. Também é fundamental que se importem de fato com o outro, o que implica certa dose de esforço em conhecer as virtudes e os defeitos da pessoa e tudo o que realmente importa para ela, para que o namoro não seja meramente aquilo que muitas vezes vemos na televisão ou no cinema – um romantismo vazio onde cada um busca sua própria satisfação.