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Tuesday, February 12, 2013

Centro Diurno para Idosos Necessitados em Roma

Ajudar os outros é um compromisso que implica passar das palavras aos fatos. Os responsáveis pelo Campus Biomédico de Roma - uma obra corporativa do Opus Dei - e o ator de cinema Alberto Sordi compartilhavam o desejo de ajudar aos idosos da cidade. E assim surgiu o CESA.

Uma revista em cores, uma companhia de teatro, um ateliê de alta costura; excursões culturais, passeios pela natureza, férias de verão; um ambiente agradável, um grupo de amigos, uma ocasião para trabalhar em equipe...

Esta é uma pequena amostra do que o Centro Diurno para Idosos Necessitados de Trigoria oferece; mas — e isso é o mais importante— o centro é um lugar onde o ancião é valorizado e recebe ajuda para continuar crescendo como pessoa.

Em 2002, Ruggero, Ennio e Adriano constituíram com alguns amigos a Associação Alberto Sordi. Na sua origem, está o desejo de ajudar as muitas pessoas de idade avançada que já não podem viver completamente por si mesmas. 

Nesta iniciativa, o idoso é valorizado e recebe ajuda para continuar crescendo como pessoa.
Em não poucas ocasiões, pelo ritmo de vida acelerado que se leva na sociedade ocidental atual, os anciãos acabam não recebendo a devida atenção por parte das suas famílias; e, não raro, os problemas econômicos e assistenciais que costumam aparecer nessas situações levam ao esquecimento de que o idoso, em primeiro lugar é uma pessoa frágil e necessitada.
Em consequência disso, muitos idosos sentem-se sós ou inúteis, vivem enclausurados num mundo de preocupações, de insegurança afetiva ou econômica, e vislumbram o futuro com medo ou sem qualquer perspectiva.

No ano de 2001, a Universidade Campus Biomédico de Roma - uma obra corporativa do Opus Dei - pôs em andamento em Trigoria o CESA: Centro para a Saúde do Ancião, dedicado à assistência médica e à pesquisa sobre patologias da terceira idade.

Juntamente com a atenção médica e sanitária, nessas instalações desenvolve-se também um trabalho de caráter social.
Ninguém duvida de que vale a pena investir na formação das crianças, dos adolescentes e dos adultos. No Centro Diurno, dá-se um passo a mais: também se aposta na formação do idoso, que retém muitas potencialidades e que sempre pode crescer como pessoa.

O objetivo primário é ajudar a manter — e, quando, é possível recuperar e potencializar — as capacidades psicofísicas, para que, na medida de suas possibilidades, o idoso tenha uma vida ativa e gratificante. No fundo, trata-se de conseguir que as pessoas idosas recuperem sua dignidade, se sintam úteis e vivam felizes.

Muitos estudos demonstraram que a perda das faculdades mentais não se deve tanto à elevada idade, mas à falta de exercício, de estímulos intelectuais e de vida social. Por isso, seguindo a metodologia do fazer, são organizadas atividades que ajudam a manter em exercício as faculdades pessoais. São atividades variadas, desenvolvidas em grupo.

A ênfase das atividades é posta no fazer, e busca-se que todos sejam protagonistas e não meros espectadores. Não são um fim em si mesmas, nem servem meramente para ocupar o tempo; o objetivo é contribuir para o desenvolvimento da pessoa em todas as suas dimensões: espiritual, relacional-afetiva, intelectual e corporal.

"Após muito tempo, minha mãe quis voltar ao cabeleireiro. Há um ano, lia poesias ao meu avô... Agora sou eu quem o escuta recitá-las". Frases como essas são comuns na boca dos parentes dos idosos que vêm ao Centro. É um fenômeno que se comprova uma e outra vez: com o passar do tempo, muitos anciãos recuperam a alegria de viver. Em princípio, os frequentadores vão ao Centro três dias por semana, mas é possível ampliar para cinco, se o idoso assim o quiser. A inscrição nunca é inferior a três meses: tempo mínimo para introduzir-se no ambiente e aproveitar as atividades oferecidas.
Mais informações sobre o Centro Diurno Anziani Fragili (em italiano).
http://www.fondazionealbertosordi.it/auto.asp?sID=3&sF=3
 Artigos relacionados
  http://www.opusdei.org.br/img/ra.gif    Vídeo exibido em 2011 pela Rede de Televisão RAI sobre o Centro de Anciãos (em italiano).
http://www.opusdei.org.br/art.php?p=51849

Saturday, July 28, 2012

Para refletir – Cora Coralina

Preciso dizer mais?
                                                   
                                 "Bondade também se aprende"
 
                                                                                CORA CORALINA

Eu não tenho medo dos anos e não penso em velhice.
E digo pra você: não pense.

Nunca diga: estou envelhecendo ou estou ficando velha.
Eu não digo.
Eu não digo que estou ouvindo pouco. É claro que quando preciso de ajuda, eu digo que preciso.
Procuro sempre ler e estar atualizada com os fatos e isso me ajuda a vencer as dificuldades da vida.
O melhor roteiro é ler e praticar o que lê.
O bom é produzir sempre e não dormir de dia.

Também não diga pra você que está ficando esquecida, porque assim você fica mais.
Nunca digo que estou doente, digo sempre: estou ótima.
Eu não digo nunca que estou cansada.

Nada de palavra negativa.

Quanto mais você diz estar ficando cansada e esquecida, mais esquecida fica. Você vai se convencendo daquilo e convence os outros.
Então silêncio!

Sei que tenho muitos anos.
Sei que venho do século passado, e que trago comigo todas as idades, mas não sei se sou velha não.
Você acha que eu sou?

Tenho consciência de ser autêntica e procuro superar todos os dias minha própria personalidade, despedaçando dentro de mim tudo que é velho e morto, pois lutar é a palavra vibrante que levanta os fracos e determina os fortes.

O importante é semear, produzir milhões de sorrisos de solidariedade e amizade.
Procuro semear otimismo e plantar sementes de paz e justiça.

Digo o que penso, com esperança.
Penso no que faço com fé.
Faço o que devo fazer, com amor.

Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende!"

Thursday, April 19, 2012

A importância do geriatra

Por Maria Teresa Serman

A geriatria ainda é uma especialidade nova, tão recente que não existem concursos públicos para eles, não há a figura do geriatra na saúde pública. Muitos idosos resistem a se consultar com esses profissionais, preferindo cardiologistas ou neurologistas, o que é uma pena, pois o geriatra abarca todos os aspectos, tendo como referencial a idade. Em caso de doenças mais graves, o paciente será encaminhado a um especialista, que irá atendê-lo junto com o geriatra.

A assistência desse médico deve começar mais cedo do que a faixa etária recomendaria, praticando-se, assim, o que se chama "geriatria preventiva". No mais, é preciso ressaltar que o Brasil não será brevemente um país de população predominantemente velha, ele já é, pois a taxa de natalidade despencou e a perspectiva de vida aumentou.

Também é de extrema importância que os filhos, que estão envelhecendo junto com os pais, pois a longevidade destes proporciona isso, se preparem para cuidar e lidar com um quadro ambivalente: a velhice dos pais, que espelha o próprio futuro dos filhos. Acontece, então, um envolvimento emocional mais profundo, com duplo efeito; por um lado, isso desperta mais compreensão dos que cuidam, mas, por outro, gera apreensão, porque há o receio, sempre latente, de repetir a história paterna ou materna, com as implicações que doenças degenerativas e incapacitantes trazem, tanto a uns quanto a outros.

Um bom geriatra é um bálsamo na vida de idosos e cuidadores. Ele não só trata, como ensina os filhos e auxiliares a lidar com os mais velhos. Estes vão perdendo, com a idade, a força física, a memória, a autonomia. Passam a depender de decisões alheias, e isso lhes causa muito sofrimento, e não pouca rebeldia. Cabe ao filho negociar, ter paciência e esperteza para driblar os impasses que frequentemente se instalam. Aí entram, felizmente, a competência e sensibilidade do geriatra, que pode aconselhar o modo de mais facilmente conviver com o idoso, extraindo dessa convivência aprendizagem e sabedoria, e não somente ordens e brigas.

O organismo do idoso não funciona como o de uma pessoa madura, requer mais atenção a detalhes pequenos que podem indicar doenças graves. Com o acompanhamento geriátrico, o paciente fica melhor monitorado, e se investe mais em atividades pró-ativas, como fisioterapia e ginásticas, vitaminas e remédios novos, do que o geriatra, mais do que outros médicos, está a par. Além disso, ele pode indicar terapeutas para idosos e seus cuidadores, o que ajuda muitíssimo na tarefa amorosa, mas delicada, de cuidar de quem cuidou de nós.

Thursday, March 11, 2010

Nossos Velhos - uma reflexão bem a calhar

Recebi um email de uma amiga que colabora com o nosso BLOG, a Anna Ribeiro, sugerindo colocar este texto que segue abaixo. É uma boa reflexão feita por Martha Medeiros, sobre os nossos idosos.

Nossos Velhos

Pais heróis e mães rainhas do lar. Passamos boa parte da nossa existência cultivando estes estereótipos.
Até que um dia o pai herói começa a passar o tempo todo sentado, resmunga baixinho e puxa uns assuntos sem pé nem cabeça.

A rainha do lar começa a ter dificuldade de concluir as frases e dá prá implicar com a empregada. O que papai e mamãe fizeram para caducar de uma hora para outra? Fizeram 80 anos.

Nossos pais envelhecem. Ninguém havia nos preparado para isso. Um belo dia eles perdem o garbo, ficam mais vulneráveis e adquirem umas manias bobas. Estão cansados de cuidar dos outros e de servir de exemplo: agora chegou a vez de eles serem cuidados e mimados por nós, nem que para isso recorram a uma chantagenzinha emocional. Têm muita quilometragem rodada e sabem tudo, e o que não sabem eles inventam.

Não fazem mais planos a longo prazo, agora dedicam-se a pequenas aventuras, como comer escondido tudo o que o médico proibiu. Estão com manchas na pele. Ficam tristes de repente.

Mas não estão caducos: caducos ficam os filhos, que relutam em aceitar o ciclo da vida.
É complicado aceitar que nossos heróis e rainhas já não estão no controle da situação. Estão frágeis e um pouco esquecidos, têm este direito, mas seguimos exigindo deles a energia de uma usina.

Não admitimos suas fraquezas, seu desânimo. Ficamos irritados se eles se atrapalham com o celular e ainda temos a cara-de-pau de corrigi-los quando usam expressões em desuso: calça de brim? frege? auto de praça? Em vez de aceitarmos com serenidade o fato de que as pessoas adotam um ritmo mais lento com o passar dos anos, simplesmente ficamos irritados por eles terem traído nossa confiança, a confiança de que seriam indestrutíveis como os super-heróis.

Provocamos discussões inúteis e os enervamos com nossa insistência para que tudo siga como sempre foi. Essa nossa intolerância só pode ser medo. Medo de perdê-los, e medo de perdermos a nós mesmos, medo de também deixarmos de ser lúcidos e joviais.

É uma enrascada essa tal de passagem do tempo.
Nos ensinam a tirar proveito de cada etapa da vida, mas é difícil aceitar as etapas dos outros, ainda mais quando os outros são papai e mamãe, nossos alicerces, aqueles para quem sempre podíamos voltar, e que agora estão dando sinais de que um dia irão partir sem nós.
Autora Martha Medeiros

Aproveitando o tema coloco um filme bem interessante que retrata este conflito de filho e pai idoso.

Wednesday, February 17, 2010

Filhos: Propriedades nossa?

É um grande erro pensar que ao termos nossos filhos, eles serão propriedades nossas. Os filhos precisam de nós para crescer, desenvolverem-se bem, tornarem-se seres preparados para seguir em frente e adiante na família que construirá um dia.

Fazemos um bom trabalho, quando colocamos Amor no processo educativo, muito carinho e justiça. Assim teremos a possibilidade de no futuro contar com grandes amigos, mesmo quando já estando longe, seguindo suas vidas. E vamos usufruir das suas companhias sempre que for possível e as distâncias permitirem.

Ser feliz com o que se pode ter é um bom caminho para se ter uma velhice agradável, sem mágoas. A presença dos filhos, depois de adultos deve ser aproveitada de todas as formas, como por telefonemas, emails, cartas, fotos, detalhes de carinho.

Eles serão sempre amigos se depois de crescidos puderem voar por suas próprias contas, sabendo fazer uso da sua liberdade. A sabedoria está em deixá-los voar, cair e levantar quantas vezes forem precisas até que alcancem a altura suficiente para seguirem adiante; ficando nós apenas olhando e prontos para apoiá-los sempre que nos requisitarem.

A família maior é um porto seguro, lugar para se recorrer a qualquer momento que precisar, pois, nós os pais, seremos sempre os melhores amigos e mais fiéis dos nossos filhos.

Friday, November 27, 2009

Saber envelhecer – é uma arte, para os homens e para as mulheres

A coisa mais natural do mundo é que tudo que nasce um dia envelhece e morre. E conosco não é diferente. Mas o fato de envelhecer causa certa ojeriza aqueles que não conseguem lidar com certas coisas que o envelhecimento trás: Como as dores reumáticas, a perda da memória atual, a agilidade física, e muitas outras que fazem parte do “pacote velhice”.

Evitamos pensar nessa realidade e isso pode nos levar a surpresas desagradáveis e achar tudo muito difícil e pesado. O ideal seria desde cedo nos preparamos para ela, e descobrir que mesmo na pior situação física o idoso terá o seu valor, passando suas riquezas acumuladas com o passar dos anos. E o maior testemunho que dá é o do sentido que deu a sua vida.

A velhice é um aprendizado também para os que convivem com o ancião. Não basta aprender a suportar as limitações do outro, é preciso saber amar apesar das limitações. E isso é uma verdadeira arte. Este amor será firmado pelo cuidado físico, pela atenção que se dá e no tempo que gastamos com o idoso. Com caras alegres, e muita paciência.

Quando vivemos cientes de que um dia também ficaremos velhos, vamos lutando contra os nossos vícios e defeitos para não nos tornarmos aquela pessoa cansativa e desagradável que só vê amargura pela frente e reclama de tudo por melhor que seja. São os famosos “de mal com a vida” que conhecemos por aí.

Eu hoje recebi um email com uma oração que achei bem interessante e de forma brincalhona vai dizendo umas boas verdades a nós. Só não concordo com seu finalzinho onde diz que é difícil conviver com os santos. Tenho certeza de que os "santos mesmo" são pessoas que atraem gente para si, estejam em que época da vida que estiverem.
Coloco abaixo a oração, não conheço a autoria, mas vale a pena ser lida:
Oração de quem descobre que está envelhecendo.

Ó Senhor, tu sabes melhor do que eu que estou envelhecendo a cada dia. Sendo assim, Senhor, livra-me da tolice de achar que devo dizer algo, em toda e qualquer ocasião. Livra-me, também, Senhor, deste desejo enorme que tenho de querer pôr em ordem a vida dos outros.

Ensina-me a pens
ar nos outros e a ajudá-los, sem jamais me impor sobre eles, mesmo considerando com modéstia a sabedoria que acumulei e que penso ser uma lástima não passar adiante. Tu sabes, Senhor, que desejo preservar alguns amigos e uma boa relação com os filhos, e que só se preserva os amigos e os filhos quando não há intromissão na vida deles.

Livra-me, também, Senhor, da tolice de querer contar tudo com detalhes e minúcias e dá asas à minha imaginação para voar diretamente ao ponto que interessa. Não me permita falar mal de alguém. Ensina-me a fazer silêncio sobre minhas dores e doenças.Elas estão aumentando e, com isso, a vontade de descrevê-las vai crescendo a cada ano que pa
ssa.

Não ouso pedir o dom de ouvir com alegria a descrição das doenças alheias; ser
ia pedir muito. Mas, ensina-me, Senhor, a suportar ouvi-las com paciência. Ensina-me a maravilhosa sabedoria de saber que posso estar errada em algumas ocasiões.Já descobri que pessoas que acertam sempre são maçantes e desagradáveis.

Mas, sobretudo, Senhor, nesta prece de envelhecimento, peço: Mantenha-me o mais amável possível. Livrai-me de ser santa. É difícil conviver com santos!
Mas uma velha rabugenta, Senhor, é obra prima do diabo! Poupe-me, por misericórdia. E proteja-me contra os mal intencionados.... Assim seja!

Wednesday, November 18, 2009

A Memória e os tempos modernos

Texto de : Marcia Cristina Ramos Vasconcellos
Médica com formação em Otorrinolaringologia e Medicina Do Trabalho pela UFF- NIT.
Professora do Projeto Profissões de serviço, no curso assistente familiar pela Adec junto a comunidade da Grota - São Francisco em Niterói Voluntária Casa Convívio assistencia a idosos em Niterói .


A memória é realmente uma habilidade caprichosa e impressionante, algumas vezes nos abandona quando precisamos lembrar o nome de algum amigo que acabamos de reencontrar outras vezes não nos deixa esquecer fatos ou momentos embaraçosos vividos. Ninguém sabe quando ela funcionará a nosso favor ou não!

Muito se estuda sobre a memória e ainda se continuará a estudar pois muito há que entender e decifrar !

Uma coisa muito clara porém e bem sabida, é a transformação que existe em nossa memória ao longo dos anos:- como perdemos a capacidade de registrar com rapidez os fatos e números e também a influência do mundo moderno e a agitação dos nossos dias em que muitas informações nos vem com uma grande velocidade interferindo na capacidade de reter as informações na memória,o que também dificultaria o registro!

O que se sabe é que a memória se modifica ao longo do tempo e nós envelhecemos desde que nascemos... Isso acontece e é fácil verificar a grande facilidade com que as crianças de cinco anos jogam o jogo da memória, como memorizam as posições e números das cartas com naturalidade e rapidez, enquanto os mais velhos fazem um enorme esforço consciente para memorizar as cartas e com menos sucesso!

Essas alterações são também chamadas de alterações bioquímicas cerebrais.Ocorrem também perdas celulares- no caso os neurônios que são as células cerebrais são determinantes de nossa boa saúde mental ou de nossa memória, pois na fase madura da vida o sistema nervoso se modifica bem como as funções de sentido: visão, audição, gustação, tátil ou proprioceptiva, o que afeta em cheio a memória ou nosso registro mental dos fatos, se no momento da gravação o som ou a imagem estiverem nebulosos, o registro cerebral na memória não terá nitidez bastante para consultá-lo em outro tempo.

Assim, a correção dessas alterações naturais com óculos, aparelhos auditivos e mesmo com a remoção da cera acumulada no conduto auditivo são fundamentais para que se forme uma memória com traços distintos e duradouros! Afinal não é possível lembrar aquilo que não ouvimos ou ouvimos mal... Ou o que enxergamos com defeito...

Tais perdas celulares ( mais especificamente de uma região do cérebro chamada hipocampo) são as que mais parece estarem ligadas a todas as alterações na memória e em especial na formação das novas memórias ou utilização de novas informações!

Portanto não somente as alterações biológicas que ocorrem em nosso corpo são responsáveis pelas alterações da memória, mas também outros fatores em crescente progressão na sociedade atual tais como o estresse, fadiga física e mental, falta de sono e depressão!

Assim quando percebermos que nossa memória falha, é necessário iniciar uma pesquisa revendo nosso comportamento nessa ocasião: se há muita agitação, alterações do sono, preocupações crônicas e, sobretudo refletir sobre o quem podemos fazer para modificar positivamente essas situações e transformá-las a nosso favor!

É claro que os problemas não desaparecerão, mas a sua atuação sobre nós ou nosso organismo poderá ser minimizada. É uma guerra na qual nossa saúde mental sairá lucrando.

Em outro artigo daremos algumas dicas e exercícios para estimular ou exercitar a memória!