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Saturday, March 9, 2013

Li por aí - Quando a dor e a dúvida assolar, saiba que...ISSO TAMBÉM PASSA.

Achei muito bom e coloco aqui para dividir a mensagem com os amigos.
 
Certo dia um jovem percebeu a seguinte frase em um pergaminho pendurado aos pés da cama de seu avô: "ISSO TAMBÉM PASSA", e, com a curiosidade inerente a cada ser humano, resolveu perguntar:

Vovô, o que significa essa frase em cima de sua cama dizendo "ISSO TAMBÉM PASSA"?

E o seu avô sem titubear lhe responde: A vida nos prega muitas peças, que podem ser boas ou não tão boas assim, mas tudo significa aprendizado. 

Recebi esta mensagem de um anjo protetor, num desses momentos de dor em que quase perdi a fé. 

Ela é para que, todos os dias, antes de me levantar e de me deitar, possa ler e refletir; para que, quando tiver um problema, antes de me lamentar, eu possa me lembrar de que "ISSO TAMBÉM PASSA", e para quando estiver exaltado de alegria, que tenha moderação e possa encontrar o equilíbrio, pois:

"ISSO TAMBÉM PASSA". 

Tudo na vida é passageiro assim como a própria vida, tanto as tristezas como também as alegrias. Praticar a paciência e perseverar no bem e nas boas ações, ter simplicidade, fé e pensamentos positivos, mesmo perante as mais difíceis situações, é saber viver e fazer da nossa vida um constante aprendizado. 

É ter a consciência de que todas as pessoas erram, de que o ser humano ainda é um ser imperfeito em busca da perfeição e por isso ainda sofre, é saber que, se muitas vezes nos decepcionamos com pessoas, é porque esperamos mais do que elas estão preparadas para dar, dentro de seu contexto e grau de compreensão.  Desse modo, meu amigo, toda vez que olho para essa frase, meu coração se aquieta e a paz me invade, pois sei que "ISSO TAMBÉM PASSA".

Saúde, Paz e Benção
Diácono Claudino (Recebi por Email  e não tenho a fonte)

Saturday, October 27, 2012

A mística do "oxalá"



Por Maria Teresa Serman

Oxalá é uma palavra que tem dois significados no Brasil. Denomina uma entidade da umbanda, um orixá responsável pela criação e procriação. Mas sua origem é árabe, in shaa Allaah, significando "queira Deus"," tomara", expressando desejo de que algo aconteça, em nossa língua e o mesmo no espanhol. Dentro do assunto deste texto, o mais específico seria "quem dera eu....", denotando arrependimento, expectativas inexequíveis quanto ao passado. Ou seja, complexo de museu, atitude mumificadora, paralisante e pessimista.

A"mística do oxalá", "ojalateira" no termo espanhol, foi brilhantemente denunciada por S. Josemaria Escrivá, que aproveitava o trocadilho que seu idioma propiciava, para acrescentar outra conotação: uma teoria feita de lata, inconsistente, destrutível, sem valor. Trata-se do vício de pensar que alguma coisa fundamental, ou várias, dependendo da morbidez da vítima, deveria ter sido diferente em sua vida, o que a transformaria em uma maravilha, talvez uma perfeição, julgam os pobres enganados.

"Oxalá eu tivesse casado com o meu primeiro namorado"; "oxalá eu não tivesse casado com esta mulher"; "Oxalá eu tivesse ficado solteiro"; "oxalá eu não tivesse tido filhos (ou não tantos, ou tão poucos)"; "oxalá eu não tivesse sido só dona de casa e mãe", "oxalá eu tivesse dado mais atenção à família e menos ao trabalho": enfim, há lamentações para todos os (des)gostos. É preciso tomar consciência, porém, de que o passado já foi, o presente é agora e o futuro a Deus pertence, mas Ele quer nossa participação com qualidade.

SEMPRE HÁ TEMPO PARA MELHORAR, para ser feliz, para corrigir os erros, para deixar de olhar para o próprio umbigo emocional e se mexer em direção aos outros. Essa auto-piedade e vitimismo de ficar se arrependendo, sem tomar providências concretas para mudar, nada mais é do que egoísmo e soberba - são uma dupla terrível, não sei qual vem primeiro - , que conduz ao comodismo infeliz e degradante que consome uma pessoa, contamina a família, o ambiente de trabalho, a convivência social, e compromete perigosamente a alma.

O tempo de ser feliz e grato ao Pai por todas as graças que nos concedeu é já. Ficar no passado é andar para trás, regredir, em vez de avançar confiante na providência divina, explorando ao máximo os talentos que Ele nos deu, e principalmente enxergando que nossa vida valeu e vale a pena, os acertos superam os deslizes e fracassos. Oxalá Deus continue a nos abençoar e correspondamos à altura. E certamente vai ser assim.

Tuesday, August 7, 2012

Dinheiro em casa – Sente à mesa e converse...


Por Eduardo Pereira – Economista.
Há anos atrás, assisti a uma reportagem do programa “Globo Rural”, sobre a agricultura na Suíça. Basicamente se tratava de agricultura familiar. Em certo momento, o repórter brasileiro acompanha a discussão familiar sobre a necessidade de adquirir um novo trator - a conversa ocorreu na mesa.

Ao longo dos anos, tenho percebido que as famílias que administram bem as suas finanças, bem como os seus membros individualmente, falam abertamente sobre dinheiro: um sabe o que o outro faz. Seja uma conversa na mesa, ou a caminho do trabalho, da escola, marido e esposa, pais e filhos, compartilham decisões, que ora estão baseadas em necessidades, ora em desejos... Mas gosto de pensar na mesa... após um café, após um jantar... as pessoas se olham...

É muito fácil fazer contas: se você toma um cafezinho diariamente numa boa padaria após o almoço do trabalho, e resolve abrir mão dessa regalia, tomando somente o café requentado da empresa em que trabalha, pode economizar uns R$80,00 por mês (dependendo da padaria é claro...), cerca de R$960,00 em um ano, e respeitáveis R$28.800,00 ao fim de 30 anos, somente por conta dos cafezinhos que não tomou.

É claro podemos adotar outras práticas, sem sermos tão radicais, mas o exemplo mostra o benefício de adquirir o hábito de poupar, de se fazer uma reserva financeira. Pensemos na frequência de certos jantares fora de casa, ou certos itens da moda, que de uma só vez pagam dezenas de bons cafezinhos...  

Mas, onde está a dificuldade?
O dinheiro é uma imensa fonte de satisfação; pode-se afirmar, que,         no momento em que se ganha ou se gasta o dinheiro com algo que se deseja, se obtém uma pequena “felicidade”, e que fique claro, uma felicidade meramente fisiológica... 

É por conta dessa realidade que as famílias devem sentar à mesa e conversar. Os métodos podem variar, mas é de praxe se estipular uma mesada para os filhos e orientá-los tanto como gastar, como estimulá-los a poupar. Por exemplo: se um dos filhos deseja comprar um equipamento de jogo eletrônico no fim do ano, pode-se sugerir ao garoto, eliminar parte dos gastos com  a mesada, até atingir o valor desejado.

Esse tipo de disciplina pode ser adotado também quando os filhos conseguem o primeiro emprego: neste caso, os sonhos costumam ser mais altos, como um automóvel ou uma viagem para o exterior. Um filho ou uma filha mais jovem pode atender a um conselho dos pais, de abrir uma conta de poupança logo no primeiro salário. 

Nestes tempos de crédito fácil, é bastante deseducador para um jovem utilizar muito cedo um cartão de crédito, uma vez que essa prática induz a pessoa a perder o saudável hábito de fazer pequenos sacrifícios no consumo pessoal para poder ter algo depois. 

É preciso se dar conta de uma coisa: o crédito abundante e sem critério induz as pessoas a desejarem tudo para agora, e isso gera ansiedade e descontrole, e faz os adultos se comportarem como crianças mimadas.

A essa altura, penso que está respondida a pergunta sobre a dificuldade de poupar: uma combinação de estímulo ao consumismo nos dias atuais, com a ansiedade, que exige a satisfação cada vez com maior rapidez.

Voltando à mesa da família...
Ao redor de uma mesa, os pais podem conversar diante dos filhos, sobre pequenas decisões compras para a casa, não tanto para saber a opinião deles, mas para tornar natural o hábito de dizer: “necessito comprar isto”, ou “desejo comprar aquilo”... boa ocasião para educá-los, mostrando a diferença entre  necessidade e desejo.

O que vale para o dinheiro, vale para muita coisa na vida: Se alguém numa família, esconde aspectos da sua vida financeira, seja porque está muito boa, seja porque está muito ruim, há uma grave deformação no comportamento deste marido, desta esposa, ou desse filho.

Sem procurar transformar uma família num quartel, pois os Pais não são Generais, pode-se dizer aos filhos que aquele tênis ou aquela bolsa que custou tão caro no ano passado, não deve ser encostado ou trocado agora, por mero capricho, ( talvez deva se fazer algumas concessões às meninas....rsrsrs ) pois pode estar na metade ou na terça parte da sua vida útil. Usar até quando estiver em condições de uso: esse costume por si só ensina muita coisa sobre economia, ansiedade, pobreza e desprendimento.

Wednesday, April 25, 2012

Depressão não é mau-humor!

Por Maria Teresa Serman

Aquela frase que se diz (ou dizia, não sei se saiu de moda) de vez em quando, para caracterizar um estado de espírito, "Hoje estou deprê!", indicando tristeza, nostalgia, sei lá mais o quê, certamente deve ter acostumado as pessoas a confundir um momento de desânimo com o estado clínico depressivo. Depressão é doença, não pode ser encarada como desesperança ou preguiça.

Os sintomas básicos da depressão inicialmente podem levar a própria pessoa a não perceber sua chegada. Sonolência, perda de apetite, desânimo, tristeza, todos esses passam despercebidos como coisas passageiras, como às vezes são realmente. Contudo, é preciso estar atento para não deixar ela se instalar, e procurar um profissional médico logo. Aí vem o preconceito de acharem que quem vai a um psiquiatra é "maluco". Esquecem que a mente pode padecer tanto ou mais do que o resto do corpo, do qual cuidamos escrupulosamente.

Para quem está em depressão, é desagradável e inútil ouvir os "estímulos" dos amigos e conhecidos, muito bem intencionados, mas prejudiciais. Pode-se fazer uma lista: "Não fica assim, você é tão alegre!"; "Levanta a cabeça, tenha esperança!", "Tenha pensamentos positivos que você vai se sentir melhor!"; "Sai de casa, vai pro shopping que você melhora!"; "Não se deixe abater, coragem!", e a lista é longa, até culminar na crueldade não intencional de diagnosticar o problema como falta de fé. Aí o discurso muda um pouco: "Você precisa rezar mais!", "Tenha fé que isso passa!" ou "Deus vai te curar, é só ter fé!"

Depressão é DOENÇA, repetimos, não vai embora por força de vontade, que, aliás é o que mais falta no caso, pensamento positivo, compras ou orações. Estas últimas ajudam muito, como sempre, mas Deus também cura por meio de médicos competentes e remédios bem prescritos.
Ela é uma doença democrática, não tem discriminação de sexo, idade ou situação social. Incapacita temporariamente, o que pode parecer, como já dissemos, preguiça ou tristeza somente. Pode ser visível na expressão ou jeito do doente, mas engana também, de modo que os outros não vejam e não acreditem. Não deve ser menosprezada em momento algum, pois essa negligência pode ser perigosa, e torna o mal mais difícil de combater e sua duração mais longa.

Hoje em dia há muitos e modernos remédios bastante eficazes no combate à depressão, que podem ser indicados e acompanhados por profissionais. O organismo leva um tempo, mais ou menos um mês, para metabolizá-los, e essa demora pode desestimular o paciente e os familiares, mas, sem trocadilho, é preciso ser paciente e esperar o resultado, que será bom, libertador. E colocar-se a cada momento de angústia nas mãos de Deus Pai, que é o melhor médico.

Saturday, July 3, 2010

Filhos criados: preocupações e dores dobradas

É, filhos criados preocupações e dores dobradas. Vendo um retrato de três meninos abraçados, com o menor bem pequeno, dá uma pena de não continuarem pequenos!...

Um é mais orgulhoso, frequentemente faz brincadeiras sem graça que humilha o outro. Este é bagunceiro, o que perturba o que é ordeiro, pois compartilham do mesmo quarto. Não brigavam muito quando pequenos, só implicâncias normais de irmãos: hoje começam a se estranhar e chegam às vias de fato, o que parte o coração da mãe e tira a harmonia da família.

Por que essas coisas acontecem depois de crescidos, quando deveriam estar mais maduros e tolerantes? Ninguém consegue entender.

Nós, mães, nos perguntamos logo: “Onde foi que eu errei?" - nosso complexo de culpa aflora imediatamente e joga na superfície medo e insegurança com relação ao modo como os educamos se não fizemos de forma correta ou do melhor jeito.

É normal também dizer: Rezo tanto e isso acontece! Mas o correto seria: “Imagine se não rezasse, eles estariam se matando, com estes gênios difíceis que têm".

Na verdade, é por não nos fazermos próximos de Deus, porque, quando o jovem se afasta da sua fé, ele perde o pé e vai se afogando no mar do orgulho desmedido, nos vícios da preguiça, do imediatismo, da arrogância, e só consegue se ver como o centro do seu universo. Por isso há tanto choque.

E quando partem da briga entre irmãos e começam a atacar seus pais? Fazendo-nos crer que fomos péssimos, pai ou mãe? Normalmente a mãe é mais atacada verbalmente, por uma questão de intimidade maior. Como já dizem no popular - é a mãe!

Os adolescentes são mestres em agressões verbais, pela necessidade de agredir para conseguir seu espaço, hábeis e cruéis manipuladores do afeto dos pais. Por mais carinho que lhes ofereçamos, teimam em continuar agredindo. Só mesmo a Dra. Mannoun para nos socorrer!

Parece que o caminho continua ser esse: rezar, amar, corrigir com paciência e esperar que a graça do Pai e a vida ensinem a eles e a todos nós que a própria vida é muito curta para brigas, geralmente por motivos fúteis, e que é possível, com humildade, enxergar o lado do outro. Porque compreender significa colocar-se no lugar do irmão (de sangue ou não) e ajudá-lo a fazer o mesmo. E perdoar, se ele não consegue.

Thursday, December 31, 2009

Transformar o impossível em possível

Quantas vezes na nossa vida de pais de família fazemos coisas que para muitos parece impossível?

São noites em claro, seguidas, velando o leito de um filho doente; Trabalhar muitas horas por dia e depois ainda ter animo para estudar com o filho ou preparar as comidas do dia seguinte. São tantos exemplos que poderíamos dar que faltaria espaço no blog.

Todas estas coisas que fazemos - fazemos por amor - e com este ingrediente tudo se torna possível. Nada que nos digam vai mudar o nosso modo de agir.

Eu lembro de uma vez, com um de meus filhos de três anos um fato que para muitos pareceu impossível: Estávamos num sítio, onde havia uma mesa com bancos compridos, pesadíssimos, nosso filho de 3 anos resolveu fazer balanço no banco e de alguma maneira o banco virou. Tal foi o barulho que saí correndo e ao vê-lo com a cabeça sob o banco, saí eu e minha filha de 8 anos e com que força não sabemos até hoje, levantamos o banco e tiramos o menino de lá. Eu estava de resguardo de outra filha, e a de 8 anos era bem magrinha. A história terminou bem, graças a Deus e ele ficou perfeito depois de uns bons dias em observação e de rosto todo roxo. Ao tentar pegar o banco depois do fato ocorrido, vimos como era pesado e nem conseguimos levantá-lo sozinhas. Mas de fato não teve ninguém na hora para nos dizer que não seríamos capazes, e a força do amor pelo filho e irmão, levou-nos a fazer o quase impossível.

A história abaixo exemplifica bastante esta idéia.

A lógica de Einstein
Duas crianças estavam patinando num lago congelado da Alemanha. Era uma tarde nublada e fria, e as crianças brincavam despreocupadas. De repente, o gelo se quebrou e uma delas caiu, ficando presa na fenda que se formou.

A outra, vendo seu amiguinho preso e congelando, tirou um dos patins e começou a golpear o gelo com toda sua força, conseguindo por fim quebrá-lo e libertar o amigo.

Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino:

- Como você conseguiu fazer isso? É impossível que tenha conseguido quebrar o gelo sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis!

Nesse instante, o gênio Albert Einstein, que passava pelo local, comentou:
- Eu sei como ele conseguiu.

Todos perguntavam:
- Pode nos dizer como?

- É simples - respondeu Einstein - Não havia ninguém ao seu redor para lhe dizer que não seria capaz.

“Deus nos fez perfeitos e não escolhe os capacitados, capacita os escolhidos. Fazer ou não fazer algo só depende de nossa vontade e perseverança" - Albert Einstein