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Thursday, February 14, 2013

A quem tem, dar-se-lhe-á mais

A quem tem, dar-se-lhe-á; e a quem não tem, mesmo aquilo que parece ter ser-lhe-á tirado. E a este propósito comenta São João Crisóstomo: “A quem é diligente e fervoroso, dar-se-lhe-á toda a ajuda que depende de Deus; mas a quem não tem amor nem fervor, nem faz o que está ao seu alcance, também não lhe será dado o que depende de Deus. Porque perderá – diz o Senhor – ainda aquilo que parece ter; não porque Deus lho tire, mas porque se incapacita para novas graças”.

A quem tem, dar-se-lhe-á... É um ensinamento fundamental para a vida interior de cada cristão. Àquele que corresponde à graça, dar-se-lhe-á ainda mais graça; mas quem não faz frutificar as inspirações, moções e ajudas do Espírito Santo, ficará cada vez mais empobrecido. Os que negociaram com os talentos que tinham recebido em depósito, vieram a receber uma fortuna ainda maior; mas aquele que enterrou o seu, perdeu-o. A vida interior, tal como o amor, está destinada a crescer; exige sempre que se progrida, que se esteja aberto a novas graças. “Se dizes «basta», já estás morto”; quando não se avança, retrocede-se.

Deus prometeu-nos que nos concederia sempre as ajudas necessárias. Podemos dizer a cada instante com o Salmista: O Senhor anda solícito por mim. As dificuldades, as tentações, os obstáculos internos ou externos nada mais são do que ocasiões para crescer; quanto mais forte for a dificuldade, maior será a graça; e se as tentações ou contradições forem muito fortes, maiores serão as ajudas de Deus para convertermos aquilo que parecia dificultar ou impossibilitar a santidade num motivo de progresso espiritual e de eficácia na ação apostólica.

Só o desamor e a tibieza é que fazem adoecer ou morrer a vida da alma. Só a má vontade, a falta de generosidade com Deus, é que atrasa ou impede a união com Ele. “Conforme for a capacidade que o cântaro da fé leva à fonte, assim será o que dela há de receber”. Jesus Cristo é uma fonte inesgotável de ajuda, de amor, de compreensão: com que capacidade – com que desejos – nos aproximamos dEle? Senhor – dizemos-lhe na nossa oração –, dai-me mais e mais sede de Vós, que eu Vos deseje mais intensamente que o infeliz que anda perdido no deserto e a ponto de morrer por falta de água.

As causas que levam a não progredir na vida interior e, portanto, a retroceder e a dar lugar ao desalento, podem ser muito diversas, mas por vezes podem reduzir-se a poucas: ao desleixo, à falta de vigilância nas pequenas coisas que dizem respeito ao serviço e à amizade com Deus, e ao recuo perante os sacrifícios que essa amizade nos pede.

Tudo o que possuímos para oferecer ao Senhor são pequenos atos de fé e de amor, ações de graças, uma breve visita ao Santíssimo Sacramento, as orações costumeiras ao longo do dia; e esforço no trabalho profissional, amabilidade nas respostas, delicadeza ao prestar ou ao pedir um favor... Muitas pequenas coisas feitas com amor e por amor constituem o nosso tesouro deste dia que levaremos para a eternidade. 

 Normalmente, a vida interior alimenta-se, pois, do corriqueiro realizado com atenção e com amor. Pretender outra coisa seria errar de caminho, não achar nada, ou muito pouco, para oferecer a Deus. “Vem a propósito – diz-nos Mons. Escrivá – recordar a história daquele personagem imaginado por um escritor francês, que pretendia caçar leões nos corredores da sua casa e, naturalmente, não os encontrava. A nossa vida é comum e corrente: pretender servir o Senhor com coisas grandes seria como tentar ir à caça de leões pelos corredores. Assim como o caçador do conto, acabaríamos de mãos vazias”, sem nada que oferecer.

As nossas pequenas obras são como as gotas de água que, somadas umas às outras, fecundam a terra sedenta: um olhar a uma imagem de Nossa Senhora, uma palavra de alento a um amigo, uma genuflexão reverente diante do Sacrário, um movimento imperceptível de domínio da vista pela rua, um pequeno ato de força de vontade para fugir de um dissimulado convite à preguiça... criam os bons hábitos, as virtudes, que conservam e fazem progredir a vida da alma. Se formos fiéis em realizar esses pequenos atos, quando tivermos de enfrentar alguma coisa mais importante – uma doença mais séria, um fracasso profissional... –, saberemos também tirar fruto dessa situação que o Senhor quis ou permitiu. Cumprir-se-ão então as palavras de Jesus:Aquele que é fiel no pouco também o é no muito.
Meditação diária de Falar com Deus - TEMPO COMUM

Monday, December 31, 2012

Projetos para quê?

Por Maria Teresa Serman
Toda vez é o mesmo papo (comprovadamente furado): projetos feitos para o novo ano, que são padrões, tais como emagrecer; fazer exercício físico; comer saudavelmente aquela catrefada de coisas com ômega 1,2,3,4,5,6 ao infinito, e radicais livres que nos aprisionam; começar uma atividade prazerosa, ou terminar de ler a pilha de livros empoeirados na cabeceira, que olham condenatoriamente para quem os vem rejeitando; dar mais atenção à família (esse então é campeão!); trabalhar menos e ter mais lazer; enfim, aquela lista que ninguém aguenta mais ouvir ou fazer, por isso não fazemos mesmo!

Que tal começar o ano com pouquíssimas e acessíveis metas, encabeçadas por uma fundamental, que conduzirá todas as outras? Abandonar-se nas mãos amorosas do Pai e deixar que a Divina Providência nos guie? Não entendam tendenciosamente que isso significa deitar na rede e ficar de papo pro ar, nananina!, de maneira alguma, é exatamente o contrário: trabalhar, servir, amar, cuidar da família, dos outros e de si mesmo, mas sempre com uma visão sobrenatural, que é a que nos salva realmente, desde o começo até o fim.

Acredito que "tudo contribui para o bem dos que amam a Deus", e procuram estar atentos às Suas inspirações. Neste ano que virá, de minha parte só penso em fazer o que Ele espera de mim, e já é muito, porque Ele espera o melhor dos Seus filhos, como esperamos dos nossos. O que vou conseguir vai ser uma equação feliz - assim espero - da minha correspondência (por maior que seja só vai representar talvez 5% do total) e das graças que Sua misericórdia sem fim vai me proporcionar.

S.Paulo já disse, com toda a sua peculiar sabedoria e firmeza, que "quando sou fraco, aí é que sou forte", para que a Ssma.Trindade manifeste Seu poder. A minha contribuição é ter fé, esperança e caridade, e assim mesmo só será possível se eu Lhe pedir, pois sendo virtudes teologais, só advirão diretamente dele. O que, de novo, não significa inoperância.

Vamos fazer os outros felizes, sermos felizes e esperançosos, acolhermos com benignidade e alegria os que amamos, os que podemos amar melhor, e aqueles que necessitam do nosso amor, mas que precisam aprender a retribuir. Comemorar o Ano-Novo é abrir-se às expectativas de Deus para nós, e confiar cada vez mais na Sua bondade, desde este minuto, e em todos os novos anos da nossa vida passageira, com vistas ao Ano realmente novo e derradeiro, quando passaremos à eternidade junto a Ele, e nossa felicidade não terá fim. 

Felizes sejam todos os recomeços que o Senhor permitir a vocês, leitores e leitoras do blog, é o desejo que nós expressamos com carinho neste momento. Feliz Ano-novo!

Saturday, December 22, 2012

Maturidade real

A maturidade nem sempre vem com a idade e, até mesmo nós, adultos, podemos não ter alcançado ainda esse patamar na vida.

 Lembro-me bem do momento em que senti o peso da idade e  a responsabilidade da vida e de meus atos. Foi quando meu primeiro filho, aos 18 anos, saiu de casa para começar um novo passo na sua vida longe de nós, era um novo parto para mim, pelo qual eu nascia para a idade adulta e assumia a maturidade, nos meus 38 anos. Até então, acho, tinha a inocência e a despreocupação típica dos jovens.

 Cada um tem o seu parto de maturidade, isto é, um  momento onde somos amadurecidos à força. E só sentimos isso quando a responsabilidade dos nossos atos assume a real dimensão que tem.
 Muitas pessoas agem como crianças por toda a vida, sem assumirem suas verdadeiras idades, são adultos ridículos, incapazes de sair  do conforto da infância, colocando-se sempre numa posição imatura diante da vida e das decisões a tomar. Essas pessoas costumam ter como princípio não assumir compromissos, e, quando assumem, não os levam a sério.

 Já viram aquele adulto acriançado? Não me refiro àqueles que vivem brincando e alegres, e sim aqueles que só fazem a sua vontade, que são incapazes de um ato de generosidade e de se sacrificar pelos outros, egoísmo esse típico dos imaturos. Falo do adulto que “bate o pé” como uma criança querendo seu doce preferido, não importando se sobrará para o irmão menor ou para o pai que vem cansado do trabalho a noite. 

 A idade adulta nos dá um certo ar de reflexão, uma atitude mais ponderada e nos ajuda a formarmos melhor a nossa própria família, assumindo tudo o que vem com ela: as dificuldades, as alegrias, os filhos, o marido, a mulher, as diferenças de cada um e nos ajuda a viver em harmonia com tudo o que nos cerca.

 A maturidade pode vir com o tempo, mas também podemos ensinar aos nossos filhos, através de exercícios de responsabilidade dados a eles. Quando exigimos a nota no colégio, quando damos um dinheiro nas mãos dos pequeninos e os orientamos como devem usá-lo, tudo isso mostrará o peso da responsabilidade e veremos o amadurecimento de cada um no uso dos seus direitos.

Tuesday, November 20, 2012

O Rio que renasce

Na semana passada estive duas vezes no Hospital dos Servidores do Estado para obter algumas informações,  e fiquei agradavelmente surpresa com as mudanças que já se operaram na região.  Há alguns meses atrás, os tapumes, buracos e barulho tornavam o passar nas proximidades da Praça Mauá e do Porto, verdadeira tortura.  Agora, passeei feliz pelas largas calçadas de ruas claras, limpas e bem sinalizadas. Há muito que se fazer ainda, mas essa, ainda pequena, amostra abre caminho para a esperança de se poder transitar em um Porto jovem e moderno. Eu mesma me senti mais jovem. A região está adquirindo  a  dignidade que merece.


Na esquina da Av. Barão de Tefé com Av. Venezuela existe uma pequena construção azul com o nome de MEU PORTO MARAVILHA que abriga uma riquíssima exposição ligando o passado, o presente e o futuro da Zona Portuária. Com muita tecnologia e interatividade, você conhece as transformações da região através dos séculos e a explicação do papel da Concessionária Porto Novo.

Caminhando alguns passos pela Av. Barão de Tefé você já se encontra no Sítio Arqueológico do Cais do Valongo e da Imperatriz. Você volta no tempo  e entende melhor nossa cidades. O Valongo foi   construído no fim do século XVIII para o desembarque de milhares de escravos que eram comercializados  nas imediações. No século XIX, esse antigo cais foi recoberto por um novo, projetado por Grandjean de Montigny, para receber a futura esposa do imperador Pedro II, D. Teresa Cristina. Em escavações recentes para obras urbanas, esses tesouros foram redescobertos e oferecidos aos olhos curiosos dos visitantes de toda a parte.

Na Rua Camerino, logo adiante, um enorme paredão de 7 metros esconde um lindo jardim romântico, projetado por Luiz Rey no início do século XX. São os Jardins Suspensos do Valongo (1906). Lá, pedras falsas harmonizam  com troncos recobertos por argamassa, alguns caídos na relva, sugerindo a renovação do jardim pela natureza e pelo tempo. Compondo o espaço, estão os deuses romanos Minerva, Mercúrio, Ceres e Marte, esculpidos em mármore para enfeitar o cais da Imperatriz.

Esses dois passeios guiados podem ser feitos em vinte minutos saindo e voltando ao local da exposição, sempre às 11 e 14 horas. A exposição fica aberta de terça a domingo, de 10 às 20 h. Você pode também obter mais informações pelo e-mail atendimento@meuportomaravilha.com.br  e id Skype meuportomaravilha.

Recentemente foram organizados passeios guiados também ao Morro da Conceição e Arredores. Estavam no roteiro O Observatório do Valongo, a Fortaleza da Conceição, o Antigo Palácio Episcopal, Vários Ateliers de Arte e Restaurantes tradicionais, a Pedra do Sal, o Largo de São Francisco da Prainha, a Capela de São Francisco da Prainha , as obras da Praça Mauá e muito mais.

 Está sendo considerada a possibilidade de se repetir  o evento ainda antes do final do ano. Será amplamente divulgado como foi o primeiro. Prestem atenção! Vale a pena! Acho que filhos adolescentes podem lucrar muito.  Acompanhar  de perto  a reconstrução do Rio que   renasce no Porto pode ser até uma boa aventura.
Obs.: As informações foram obtidas no Meu Porto Maravilha.

Agnes G. Milley

Friday, June 15, 2012

Conselhos para uma vida mais longa e melhor. (Sem Insônia e Stress)

Por  Agnes G. MilleyGostaria de partilhar com vocês uma experiência saudável.

Há alguns anos atrás, eu sofria de uma insônia incorrigível.  Foram muitas as tentativas para minimizar os efeitos devastadores da privação do sono. Meu médico, então, sugeriu que procurasse um neurologista. Obedeci prontamente e depois de uma estimulante conversa com o Dr. Sérgio S. Gemembauer, saí de seu consultório  não com uma relação de exames complicados a fazer, mas com uma lista de Bons Conselhos na memória. Chegando a casa, passei tudo que ouvi para o papel. Fiz cópias e distribuí os entre meus amigos. Agora tenho a oportunidade dá-los de presente para vocês.  Aqui vão eles:

•    Ter uma alimentação frugal.
•    Não beber água às refeições.
•    Beber 2 litros de água para hidratar o corpo.
•    Não beber mate, guaraná, chá preto, café, e nenhum refrigerante. São todos estimulantes.
•    Não comer chocolate.
•    Comer alimentos com pouca gordura e condimentos leves.
•    Tomar leite morno e banho morno antes de dormir.
•    Comer frutas calmantes:  maracujá, maçã, uva ....
•    Não fumar.
•    Beber pouco, ou melhor, não beber.
•    Ter atividades diversificadas, sem muita rotina.
•    Fazer exercícios físicos regularmente.
•    Não ver filmes de horror ou muito violentos.
•    Fazer sempre o prioritário e o possível. Não se preocupar com o que não é possível de se fazer.
•    Manter contato com a Natureza.
•    Ser alegre, ter amigos.

Fazer tudo para não deixar a adrenalina subir. Ela destrói as células. Além da alimentação inadequada e do fumo, o medo, a ansiedade, a raiva, o ódio fazem a adrenalina subir.

Devemos amar. A paz, a alegria, a tranquilidade, o amor produzem em nosso organismo  substâncias contrárias à adrenalina que combatem a dor, a doença. Tornamo-nos menos vulneráveis, mais protegidos e, portanto,mais saudáveis e mais felizes.

As más notícias, aliás, toda informação negativa deixa sua marca, mesmo que pareça a nós mesmos que não damos importância e que não nos faz mal algum. Ao longo dos anos essas gotas de veneno vão se acumulando e não deixam de se manifestar de alguma forma.

•    O repouso é necessário.
•    Cuidado com as coisas “naturais”. Veneno de cobra também é natural.
•    Nenhum remédio cura. Todos são paliativos. Até mesmo os antibióticos. Eles matam a germe, mas se as condições não mudam, outro germe vem e ataca de novo.
•    Os vírus sempre existiram. A humanidade é que está com o sistema imunológico baixo.
•    Muitas doenças podem ser curadas sem remédios, com mudança de hábitos.

Vivemos em um mundo estressante, em um país estressante, em uma cidade muito estressante. Se não podemos mudar as coisas, devemos mudar a nós,  com hábitos de vida saudáveis. 

Atualmente, conselhos como esses nos são dados com maior frequência,  mesmo através de programas de TV , jornais e revistas.  A maioria de nós sabe o que lhe faz mal, mas temos coragem e perseverança para seguir esses bons conselhos?

Aos poucos minha insônia foi me deixando. Hoje tenho apenas episódios esporádicos, quase sempre causados por altos níveis de adrenalina.  Conheço minha inimiga, tenho os meios para combatê-la, mas tenho também a consciência de que quando ela me derrota é ela que tem razão.

Estamos a poucos dias do Rio + 20. Paro, penso e me pergunto: de quantas maneiras podemos contribuir para a saúde do Planeta Terra cuidando da nossa  saúde e a de nossas famílias?  Podemos contribuir? Creio que sim.

Thursday, August 26, 2010

Quando a família muda de país

Tenho uma amiga querida que vai passar 2 anos na Índia, o marido vai a trabalho, e junto vai toda a família, com sua filha ainda pequenina.

Em conversa com ela vimos a importância de se levar pouca bagagem e muitas recordações. Dessa conversa surgiu a idéia de colocar aqui coisas que são importantes para que a criança mantenha acesos os vínculos com sua terra natal.

Levar pouca bagagem é importante, pois na volta trarão muitas coisas adquiridas lá fora. Este é um bom momento para se praticar o desapego das coisas materiais e guardar apenas as coisas que são verdadeiramente necessárias ou de importante valor sentimental. Além de que é um bom aprendizado para todos da família aprender a viver de diversas maneiras, sem criarem necessidades e a se adaptarem às novas situações que vão aparecendo com essas mudanças e a tudo de novo que sempre vai surgindo em nossas vidas.

Para quem sai do Brasil eu sugiro que leve alguns itens que serão importantes para o início de vida em um país com costumes diferentes dos nossos:

DVDs em língua portuguesa, de filmes infantis

Livros de histórias infantis

Um dicionário, de preferência nas duas línguas – a própria e a do país onde irá morar.

Álbuns de fotos com parentes e amigos – para deixar vivos na memória das crianças pequenos detalhes de sua casa, principalmente se vão retornar ao país de origem, para preservar suas raízes. Sugiro levar um porta retratos digital que diminui muito o volume da bagagem e em um só podemos arquivar no mínimo umas duzentas fotos.

Criar uma pasta com todos os documentos de cada um dos membros da família, com cartões de vacinações, certidões de nascimento e outros itens necessários e cópias.

Revistas e revistinhas em português

CDs de músicas que estão habituados a ouvir no seu país.

Remédios para os primeiros tempos – até se adaptarem aos costumes locais – coisas de primeiros socorros

Alguns brinquedos do dia a dia das crianças, como o ursinho de estimação e a boneca predileta. Não é o momento oportuno para fazer mais alguma separação, mesmo que o brinquedo esteja meio velho ou desgastado.

Coisas de uso pessoal para os primeiros meses, como sabonetes, creme dental, shampo, escovas de dente com os bichinhos favoritos. Serão cheiros e imagens da casa que tornarão o início da vida fora mais fácil de se aceitar. E como as crianças esquecem fácil, rapidamente também vão se adaptar ao novo local e aos novos costumes.

Mesmo para nós adultos e pais de família é bom ter a mão essas “recordações”, para manter vivos estes laços entre o que já vivemos e o que ainda está por vir.

Tudo isso fará parte do crescimento de cada um e será tanto melhor quanto mais natural for a forma de encarar a situação. Todos aprenderão muito e estarão mais aptos a toda e qualquer mudança que acontecer em suas vidas nas mais diversas circunstâncias.