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Wednesday, February 6, 2013

Ficou sem 7 filhos por recusar laqueação de trompas

Esta história chocou tanto a mídia nestes dias que resolvi colocá-la aqui, para que, nós pais, preocupados com o futuro de nossos filhos, possamos refletir sobre a atitude do governo português.

O pior ainda foram os comentários que fizeram no fim do artigo, extremamente cruéis,  racistas e desumanos. Fiz questão de não publicá-los aqui.

"Liliana Melo ficou sem sete dos seus dez filhos há sete meses. Por ordem do Tribunal de Sintra, as crianças, com idades entre os seis meses e os sete anos, foram sujeitas à medida de protecção de menores mais extrema: dadas à confiança para adopção, perdendo todos os vínculos parentais para sempre.

A sentença determinou que as filhas mais velhas ainda menores, na altura com 16 e 11 anos, ficassem com os pais. Mas o tribunal entendeu que a menor de seis meses, os gémeos de dois anos e os irmãos de três, cinco, seis e sete anos estavam em risco, e resolveu retirá-los de casa.
No processo, não há qualquer referência a maus-tratos físicos ou psicológicos ou a outro tipo de abusos. Na sentença, a que o SOL teve acesso, considera-se mesmo que há laços de afectividade fortes na família e refere-se que as filhas mais velhas têm sucesso escolar e estão bem integradas no seu ambiente social. A decisão do Tribunal de Sintra sustenta-se nas dificuldades económicas da família e no facto de a mãe ter desrespeitado o acordo de promoção e protecção de menores ao recusar-se a laquear as trompas.

Tribunal determinou laqueação de trompas
Esse acordo – proposto pelas técnicas da Segurança Social e homologado pelo juiz – obrigava os pais a tomar uma série de medidas, entre as quais realizar uma operação para não poderem ter mais filhos.
«Tinha de arranjar emprego, zelar pela higiene e vestuário das crianças, assegurar a pontualidade e a assiduidade deles na escola, ter em dia os planos de vacinação e fazer uma laqueação das trompas», conta a mãe, lembrando que deixou claro ao juiz que, por ser muçulmana, não se poderia submeter a essa operação. «O que o juiz me disse foi que tínhamos de deixar em África os nossos hábitos e tradições e que aqui tínhamos de nos adaptar»."

http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=66582
18 de Janeiro, 2013 - por Margarida Davim

Wednesday, January 23, 2013

Direitos de uma mãe de família

Uma mãe, que passa a vida inteira dedicada à família : marido e filhos, deveria ter pelo menos direito a uma aposentadoria compatível com tudo que investiu de si mesma.

Imaginem o quanto o marido faz de economia tendo a mulher com gestora de seu lar, cuidando de todos os afazeres domésticos e satisfazendo-o também na vida conjugal , uma mulher para toda a vida, com dedicação e carinho.  Essa mulher merece pelo menos uma atenção diferenciada. Um retorno de 100% de carinho e dedicação.

Vemos, com cada vez mais frequência, mulheres que usam a maternidade para obter lucros imediatos e seguros, com homens de alto poder aquisitivo; e no final elas conseguem seu intento com juros e correções monetárias . As famosas espertas , as oportunistas, conseguem tirar tudo o que querem desses homens ricos e bobos, que se deixam levar pelo "canto das sereias".  Essas conseguem driblar as leis e levar a melhor.

A verdade é que nós, as mulheres de verdade, as esposas dedicadas, não deveríamos nunca precisar nos preocupar com assegurar esse lucro monetário, por termos a estabilidade  de uma família constituída com os laços do matrimonio. Essa certeza de que tudo o que fazemos é para o bem maior da família.

Mas quando isso não acontece? Como ficam as mulheres que se dedicaram a vida inteira, ou uma boa parte dela, exclusivamente ao marido e filhos, e, de repente, são descartadas como cartas de baralho? É justo que fiquem desprotegidas por nossas leis, e deixadas sem seus direitos adquiridos e sem nenhum apoio financeiro, para continuar sua jornada com dignidade ?

É preciso abrir os olhos dos nossos juristas e nossos representantes governamentais, para que essas leis sejam mais justas e respeitem o valor dessas mulheres que se deram por amor sem pedir nada em troca. E fala-se tanto nas mulheres no poder, PRESIDENTES - a língua portuguesa deve ser respeitada, sem servir a sentimentalismos -, ministras, senadoras, deputadas, mas continuamos desrespeitadas.

Wednesday, February 15, 2012

A palmada, o castigo e o direito.

Atualmente tudo virou bode expiatório e somos obrigados a cantar conforme a música, dentro das nossas famílias e nossos lares. Está havendo uma grande inversão de valores, porque o governo quer colocar sua mão onde jamais poderia alcançar: na família.

Uma família bem estruturada, com um pai, uma mãe, e filhos, tem graça de estado para formar bem seus membros. Explico aqui que essa graça é concedida por Deus Todo Poderoso, criador do céu e da terra, não é por qualquer um que se diga responsável por uma nação ou por uma localidade.

No caso citado no título, os pais tem o direito de agir com seus filhos, dentro dos limites do bom censo e da boa educação, como acharem melhor. O modo como vão corrigir seus filhos e educá-los, fará toda a diferença. Mas o importante é que o casal tenha uma conduta igual, coerente, diante dos filhos. E quando houver necessidade de punir que seja feito em comum acordo, para que a criança entenda o porquê da punição e onde errou.

Uma palmada bem dada, como diria uma médica amiga, no bumbum, pode tirar os futuros jovens de grandes enrascadas. A palmada é também uma forma de educar e de mostrar limites, quer queiram quer não. Cada criança, com seu temperamento, terá ou não necessidade deste contato mais próximo e direto de educação.

Quando colocamos um filho no mundo,passamos a ter deveres com a sociedade, e obrigações importantes para introduzir este novo ser no domínio público, num futuro próximo, para que sirva a mesma e sirva-se dela. Temos também o direito de fazê-los seres humanos bons do nosso modo.

Já temos muitos exemplos e várias estatísticas de filhos criados sem limites, sem castigos, sem educação e sabemos muito bem no que deu. Pessoas egoístas, sem caráter, sem virtudes humanas para viver em sociedade. Pena que o mundo esteja repleto deles. Mas não podemos nos entregar ao pessimismo e deixar as coisas como estão. Vamos lutar por nossos direitos, por podermos educar com a graça que recebemos de Deus e não com os limites impostos pelos homens.

Thursday, September 30, 2010

Autoridade, hierarquia e ordem

Por Maria Teresa Serman

A palavra hierarquia é composta por hier(o), proveniente do grego hierós, que significa SAGRADO e por arquia, derivado do grego arkhé, que significa COMANDO, AUTORIDADE, como também COMEÇO, PRINCÍPIO ou FUNDAMENTO. Assim, podemos concluir, através do dicionário Houaiss de Língua Portuguesa, que uma hierarquia se refere a uma ordenação feita segundo um princípio de autoridade fundado no sagrado. Sempre que há uma hierarquia existe, mesmo que seja apenas a um nível inconsciente do uso da língua, uma referência à legitimação da autoridade hierárquica no poder do sagrado.

Podemos dizer, então, que hierarquia é ORDENAÇÃO. Há nela autoridade, mas não uma autoridade de caráter pessoal, como na noção moderna. A hierarquia é o “encaixe” em toda a ordem do universo, e existe em toda parte e em todo lugar. Não há nem poderia haver nada sem hierarquia. No sentido clássico, é sinônimo da ordem que, em seu mínimo estágio, é necessária à subsistência - é a hierarquia das ligações atômicas que faz com que o ar não se torne venenoso.

Na hierarquia clássica, a posição do superior é ao mesmo tempo uma posição de serviço, mas não de serviço a um simples homem (como o soldado serve ao cabo) ou a uma idéia (como o presidente serve ao povo). O serviço é a uma ordem muitíssimo mais transcendente que aquela minúscula instância dentro da qual compete ao superior coordenar aquilo que é de sua responsabilidade. E esta maior é quanto mais alto o cargo ou função, e isso deve estar sempre claro para quem os exerce.

A idéia moderna de uma igualdade completa é, em seu âmago, a negação da ordem. E essa mesma corrente colocou a palavra hierarquia dentro de um invólucro de autoritarismo, sob uma capa que, aparentemente, engessa o livre arbítrio. Nada mais longe da verdade, pois a ordenação é a única forma de o homem se realizar em sua plenitude. Com essa visão distorcida, contaminaram também outro princípio correlato, a autoridade, confundindo-a malevolamente com autoritarismo.

Sem autoridade, o bem se torna impossível desde os primórdios da existência humana - a criança desde cedo precisa de limites e de guia seguro. Se faltam esses desmembramentos da autoridade, instalam-se, então, a negligência e o autoritarismo, os piores inimigos de uma vida feliz e proveitosa. A autoridade paterna, o pátrio poder, como é chamado juridicamente, é de suma importância, por assegurar a segurança e a própria vida do infante.

Todos os dias os jornais nos apresentam tragédias decorrentes desta falta. Ou exemplos concretos de como não se deve fazer uso da autoridade que lhe foi conferida por muitos, em favor de facções ou partidos, ameaçando assim o bem maior, a liberdade.

Saturday, March 6, 2010

Li por aí - (6) - PNDH-3: FEMINISMO CONTRA A VIDA

Encontrei este texto, no BLOG amigo Tatarana e trascrevo para mostrar como o pensamento de muitas mulheres seguem um raciocínio incerto, por falta de boa informação.

By Tatarana
Outro dia estava eu conversando com uma colega de trabalho, que comemorava o fato de uma gestante ter garantido na Justiça o direito a pensão de alimentos para o filho desde a concepção. Aproveitei então para questioná-la (maliciosamente, reconheço!): Ora, se o pai da criança deve assumir a responsabilidade com os custos da sua criação desde a concepção, logo deverá ele decidir em conjunto sobre o seu destino, se o aborto fosse legal, correto? A esta pergunta, a minha colega, claudicante, não respondeu, talvez por imaginar (de maneira incoerente, é lógico) que, neste caso, a escolha caberia exclusivamente à mulher.

É neste sentido que prevê o Programa Nacional de Direitos Humanos – PNDH-3, onde consta que o estado deve apoiar a aprovação do projeto de lei que descriminaliza o aborto, considerando a autonomia das mulheres.

Em minha opinião, essa visão decorre de um mal entendido e de um problema recorrente nas feministas........ Já faz muito tempo que a ciência descobriu que a fecundação humana ocorre com a união do óvulo e o espermatozóide, completando-se os 46 cromossomos, sendo 23 do gameta masculino e 23 do gameta feminino.

Assim, a formação do zigoto conta com a colaboração igualitária do homem e da mulher. Deve ser visto como um resultado conjunto, e não algo que pertence ou que é parte biológica da mulher. Por outro lado, também a ciência demonstra que a fecundação dá origem a um novo ser, ontologicamente individual e autônomo em relação aos seus pais. E por estarmos falando de um ser humano, e, portanto, dotado de dignidade, deve ter a vida assegurada e protegida. Neste sentido deveria ter previsto o PNH-3, assegurando a vida desde a concepção, tal como se encontra previsto na Convenção Americana de Direitos Humanos ( Pacto de S. José da Costa Rica), a qual o Brasil é signatário, nestes termos:
“Artigo 4º – Direito à vida – 1. Toda pessoa tem o direito de que se respeite sua vida. Esse “direito deve ser protegido pela lei e, em geral, desde o momento da concepção. Ninguém pode ser privado da vida arbitrariamente”.

Thursday, November 5, 2009

A ética e a religião nas escolas

Continuando com nossa preocupação com os estudos dos nossos filhos.

Texto de João Malheiro

Ensinar ética exige uma profunda unidade de vida que se manifeste em tudo o que acontece na vida da escola: no olhar carinhoso por cada aluno, no sorriso diante das dificuldades de educar
Publicado em 31/10/2009 | João Malheiro

Observo com satisfação que cada vez mais pais e educadores estão preocupados com educação moral de seus filhos e alunos. Parece que já paira no ar certa intuição, própria de quem quer o melhor para os seus pupilos, que indica que bastantes problemas atuais têm sua raiz numa deficiente ou insuficiente educação ética. Muitos, de forma exponencial nos últimos anos, me têm procurado e perguntado: como conseguir que meus filhos/alunos adquiram convicções morais, critérios de conduta, ideais de vida, valores profundos, pois eu mesmo não estou conseguindo e a sociedade não ajuda?

Demonstrar esta preocupação já denota um grande avanço. Infelizmente, esta inquietação ainda não atingiu profundamente alguns pais, que acreditam que educam muito bem os filhos ou que não veem nenhum problema no fato de seu filho ver o que quiser na internet, ficar com várias meninas(os) na festa, copiar o trabalho escolar num site desonesto ou ainda preferir passear com o cachorrinho a ter muitos amigos. Portanto, para os que estão seriamente preocupados com o bom comportamento dos seus filhos e alunos, seja a curto ou médio prazo, a primeira indicação é sempre melhorar o próprio exemplo.

Sempre ouvi falar que o desprezo pela ética, desde os tempos mais antigos, nasce de duas tristes posturas. A primeira é a de quem pensa “se eu sei o que é certo ou é errado, minha consciência me acusará que estou errado e terei que mudar minhas ideias”. Nela existe uma resistência teórica e pouca humildade. A segunda completa a primeira: “Se eu descubro que meu comportamento é pouco ético, terei que me esforçar por retificá-lo na prática e retificar também os meus filhos/alunos, o que exigirá luta, esforço, exigência, saber perder”. Nesta postura existe também uma resistência existencial e de honestidade. Portanto, podemos concluir que, apesar de não ser nada fácil educar com o exemplo, essa é condição sine qua non se queremos conquistar certa coerência de vida e uma autoridade moral.

Um segundo conselho prático para enraizar um caráter íntegro e seguro nos jovens é preocupar-se com a escolha de um bom colégio, que saiba conciliar uma comprovada qualidade no ensino com os valores éticos vividos na família. Encontrar escolas que proporcionem diretores, coordenadores, professores e funcionários que lutem por viver os valores éticos/morais é, sabidamente, coisa cada vez mais rara. Porque, como dizíamos acima, ensinar ética é algo existencial, profundo, constitutivo do próprio ser. Não se pode solucionar o ensinamento da ética colocando no projeto educativo apenas umas meras aulas teóricas sobre os filósofos gregos, a dinâmica das virtudes aristotélicas ou ainda concentrar-se no dia do meio ambiente e do efeito estufa ou nos direitos e deveres do cidadão.

Ensinar ética exige uma profunda unidade de vida que se manifeste em tudo o que acontece na vida da escola: no olhar carinhoso por cada aluno, no sorriso diante das dificuldades de educar, na maneira de se vestir em sala de aula, na forma de falar com os pais dos alunos, na delicadeza no comer, no respeito pelas diferenças, pelo exercício da boa autoridade, pela pontualidade em sala de aula, pela competência em deslumbrar o conhecimento. Se tentarmos nos lembrar de todos os professores que passaram pelas nossas vidas, detectaremos que estes comportamentos éticos eram sempre o que definiam aqueles que tinha vocação para docência ou não.

Um terceiro e último conselho: para que os jovens conquistem uma maturidade ética é recomendável apontar para o valor do ensino da religião, em casa e nas escolas. Chama muito a atenção que muitos pais e professores, mesmo aqueles que se consideram religiosos, não contem o suficiente com a fé para educar eticamente. Uma mistura de ignorância em saber fazê-lo com um falso respeito humano de que não se pode impor uma religião geram este desajuste educacional. O problema deste posicionamento é que pode trazer graves consequências para a educação ética. Vejamos quais são.

Quando se prescinde voluntariamente de Deus, é fácil que o homem se desvie até se converter na única instância que decide o que é bom ou mau, em função dos próprios interesses. Constata-se facilmente que sem religião, sempre fica muito difícil ajudar o mais necessitado, sem esperar um retorno imediato, perdoar um inimigo que nos maltratou, ser fiel a um compromisso mais sério no namoro, não aceitar uma pequena corrupção no emprego, dizer sempre a verdade, mesmo que tenha consequências negativas, entre outros.

Quando não se admite que existe um ser superior que julgará as nossas ações, o jovem quase sempre se encontra muito mais indefeso diante da tentação de erigir-se como juiz e determinador supremo do bem e do mal. Isto, infelizmente, já se comprova claramente na maioria dos jovens de hoje.

Concluo, portanto, que sem religião é mais fácil duvidar se vale a pena ser fiel à ética e mais difícil ver claramente o porquê de se sacrificar em determinadas situações. Há ocasiões em que os motivos de conveniência natural para agir bem são suficientes. Mas existem outras – e não são poucas – em que esses motivos humanos perdem peso em nossa mente, pela razão que seja, e é então que os motivos sobrenaturais assumem papel decisivo. Prescindir da educação religiosa, é, portanto, um grave erro dos educadores. Quando se dão conta, depois, quase sempre já é tarde.

Thursday, October 29, 2009

Convocação Internacional pelos Direitos e pela Dignidade da Pessoa Humana e da Família

Transcrevo texto que recebi por email e peço que leiam com carinho e não deixem de participar.

Nós, cidadãos dos Estados membros da Organização das Nações Unidas, neste ano do 60.° aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, adotada e proclamada pela Resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948,
Recordando que:
A Declaração Universal é um estandarte comum para todas as pessoas e todas as nações,
Tendo em conta que:
Os direitos humanos, a dignidade, a liberdade, a igualdade, a solidariedade e a justiça, constituem o patrimônio espiritual e moral sobre o qual se baseia a união das Nações,

Indicamos que deve-se dar a devida consideração a:

  • 1. O direito à vida de cada ser humano, da concepção até a morte natural, tendo cada criança o direito de ser concebida, nascida e educada no seio de uma família, baseada no matrimônio entre um homem e uma mulher, sendo a família o grupo de unidade natural e fundamental da sociedade,
  • 2. O direito de cada criança de ser educada por seus pais, que têm a prioridade e o direito fundamental de escolher o tipo de educação que deve ser dada a seus filhos.
Por isso solicitamos:
A todos os governos interpretar de maneira apropriada a Declaração Universal dos Direitos Humanos, dado que:

  • Todo ser humano tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal. (Artigo 3)
  • Os homens e mulheres de maior idade, sem qualquer restrição de raça, nacionalidade ou religião, têm o direito de contrair matrimônio e fundar uma família. (Artigo 16)
  • A família é o núcleo natural e fundamental da sociedade e têm o direito à proteção da sociedade e do Estado. (Artigo 16)
  • A maternidade e a infância têm direito a cuidados e assistência especiais.
  • (Artigo 25)
  • Os pais têm a prioridade de direito na escolha do gênero de instrução que será ministrada a seus filhos. (Artigo 26)

A Catholic Family&Human Rights Institute, http://www.c-fam.org/campaigns/lid.7/default.asp, está recolhendo esta votação para apresentar na plenária da ONU a favor da vida, como vocês podem ler acima.

Precisam duplicar o número de votações. Por favor, se puder não deixe de votar e pedir votos. É muito importante.

Sunday, September 13, 2009

Sorria – para ser feliz agora

Ao comprar remédios em uma farmácia no Rio, tive a felicidade de comprar uma revista muito boa - SORRIA
Vocês podem achar curioso, mas comprei a revista na farmácia. Ela é para ajudar as crianças que tem câncer. Nós não fazemos idéia da luta que é para combater e vencer o câncer infantil.

A revista é muito otimista, bem escrita e com artigos sempre bem interessantes. Já adquiri o exemplar de agosto. Ela é bimestral. E encontra-se na Drogaria Raia.


Ao ler a revista resolvi fazer uma pesquisa e verifiquei: São associados ao GRAACC - Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer- e doam do preço que pagamos, R$2,50, descontados os impostos, 100% é para o GRAACC http://www.graacc.org.br/index3.htm

A revista conta com uma repórter muito simpática que escreve os editorias e dá a revista um tom alegre e bem familiar. Aliás a equipe esta de parabéns pela harmonia na confecção da revista. Todos os artigos estão de bom nível e pelo que pude observar até agora, só publica coisas boas, saudáveis e bem familiares.

Eu imagino que entrando em contato com eles deve haver uma forma de se obter estas revistas em outros lugares do Brasil. Vi um email de contato que pode ser acionado no próprio site da revista http://revistasorria.com.br/blog_sorria/

É preciso estar atentos a todas estas boas iniciativas, porque a saúde das crianças é assunto de primeira importância!

Thursday, July 16, 2009

O que os filhos esperam dos pais

A preocupação maior da atualidade, dos educadores e outros especialistas é o porquê da insatisfação dos jovens e crianças, visto que possuem de tudo. Esta insatisfação é detectada pela extrema violência nas escolas, pelo uso das drogas pelo desrespeito que vêem nas crianças. Está se chegando a conclusão de que uma das razões e talvez a maior seja justamente a da falta de um lar onde predomine o calor e o aconchego. Onde estas crianças sejam vistas como seres humanos e suas necessidades.

Resolvi então fazer uma enquete entre filhos de amigas e obtive a seguinte lista de prioridades do que esperam dos pais::

- Paciência - Respeitar a privacidade - Deixar fazer o que quer - Compreensão com notas baixas - Pais bons com os filhos - Amor - Que os pais nos amem - A felicidade - Confiança - Estabilidade

- É interessante observar como cada um se preocupa em ser amado, parece a necessidade básica, como o ar que se respira.
Podemos então fazer uma lista com as necessidades básicas para nossos filhos:

1- Direito à vida
2- Lar estável
3- Conhecimento mútuo
4- Amor
5- Irmãos
6- Respeito
7- Confiança
8- Verdade
9- Autonomia
10- Liberdade
11- Dinheiro
12- Exemplo
13- Amizade
14- Compreensão
15- Autoridade
16- Conselho
17- Alegria
18- Fé


São muitas as responsabilidades dos pais, e mais por intuição do que por formação os pais facilmente as descobrem. É claro que quando os pais se amam e amam seus filhos vêem suas necessidades com mais clareza.

Eles realmente esperam muito de nós e muitas vezes não percebemos estas necessidades. Muitas vezes somos omissos, egoístas, preguiçosos, estamos cansados, muito trabalho, falta-nos uma visão mais ampla. Logo precisamos estar sempre atentos a necessidade dos nossos filhos para ir acertando e nos tornando melhores pais.